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Revista do SUS

Sobre a Revista

A RESS publica artigos científicos no campo da saúde coletiva, incluindo epidemiologia, ciências sociais e humanas na saúde, gestão e planejamento, e que apresentem evidências relevantes para o SUS.

A abreviatura de seu título é Epidemiol Serv Saude, que deverá ser utilizada em bibliografias, notas de rodapé, em referências e legendas bibliográficas.

Breve histórico

A RESS é a continuação do Informe Epidemiológico do SUS (IESUS) iniciado em 1992 pelo Centro Nacional de Epidemiologia (CENEPI), antecessor da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde. Em 2023, a partir do volume 12, número 1, a revista passou a ser denominada Epidemiologia e Serviços de Saúde.

A Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS (RESS) é um periódico científico de acesso aberto, publicado com periodicidade anual e modalidade contínua, sem custos aos autores e leitores, editado pela Coordenação-Geral de Editoração Técnico-Científica em Vigilância em Saúde. É regida pela Portaria nº 14, de 13 de agosto de 2015, e pelo seu Estatuto.

Acesso Aberto

A RESS segue o modelo de Acesso Aberto (Open Access), permitindo o acesso virtual sem restrição de nenhuma natureza, incluindo restrições financeiras, a todos os textos científicos publicados pelo periódico.

No modelo de acesso aberto, o detentor dos direitos autorais concede direitos de uso por meio de uma licença aberta (Creative Commons Attribution CC BY 4.0), autorizando qualquer usuário a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação ou utilizá-los para qualquer finalidade legal.

Conformidade com a ciência aberta

Este periódico segue o modelo de acesso aberto Diamante, sem custo aos autores ou leitores.

A RESS se alinha às práticas de ciência aberta e acolhe manuscritos previamente depositados em servidores de preprints, como SciELO Preprints e medRxiv, antes ou durante a submissão. O autor correspondente deve informar o depósito no Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta.

A disponibilidade dos dados da pesquisa deve ser declarada no formulário e na seção “Disponibilidade de dados” do manuscrito, informando o repositório utilizado, preferencialmente com DOI (SciELO Data, OSF, entre outros). Caso os dados não possam ser disponibilizados, é necessária justificativa.

O sistema da RESS utiliza avaliação por pares duplo-cega, mas manuscritos depositados como preprint são avaliados em modalidade simples-cega. Os autores podem concordar com a publicação dos pareceres e interação direta com revisores, que também podem optar por revelar sua identidade.

Pareceres aprovados podem ser publicados na modalidade “Pareceres de revisão por pares”, com identificação quando houver autorização.

Ética na publicação

A Declaração sobre ética na publicação da RESS expressa o compromisso da revista com melhores práticas editoriais. Os autores, ao submeterem artigos, comprometem-se com essa declaração.

A RESS segue os princípios éticos do código de conduta do Committee on Publication Ethics (COPE) para orientar seus processos editoriais.

Pesquisas com seres humanos devem cumprir integralmente as normas do Conselho Nacional de Saúde. O manuscrito deve incluir: nome do comitê de ética, número do parecer, data de aprovação, número do CAAE e registro do consentimento livre e esclarecido. Estudos sem apreciação ética devem ser devidamente justificados.

Foco e escopo

A RESS publica artigos científicos no campo da saúde coletiva, incluindo epidemiologia, ciências sociais e humanas na saúde, gestão e planejamento, com foco em evidências relevantes para o SUS.

Seu público-alvo inclui pesquisadores, professores, estudantes de graduação e pós-graduação da saúde coletiva, gestores, profissionais de saúde e demais interessados em temas de saúde pública.

Preservação digital

A RESS segue os padrões da Política de Preservação Digital do Programa SciELO. Todos os volumes são preservados digitalmente no Instituto Evandro Chagas (IEC) e nas Coleções SciELO desde sua admissão, em 2014 (vol. 23).

Como parte das Coleções SciELO Brasil e SciELO Saúde Pública, a revista conta com preservação digital pela Rede Cariniana (Ibict/MCTI), que utiliza o sistema LOCKSS de armazenamento distribuído.

Fontes de indexação

Bases de dados

  • MEDLINE
  • Coleção SciELO Brasil
  • Coleção SciELO Saúde Pública
  • Scopus
  • Embase
  • LILACS
  • Web of Science
  • PubMed Central (PMC)

Indexadores

  • Emerging Sources Citation Index (ESCI)
  • Sumarios.org

Diretórios

  • Latindex
  • Directory of Open Access Journals (DOAJ)

Biblioteca virtual

  • Periódicos CAPES

Ficha bibliográfica

Título do periódico: Epidemiologia e Serviços de Saúde

Título abreviado: Epidemiol Serv Saude

Publicação da: Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde

Periodicidade: anual

Modalidade de publicação: publicação contínua

Ano de criação do periódico: 2003

Websites e mídias sociais

Site: https://ress.iec.gov.br

As seguintes redes sociais estão disponíveis sob o nome de usuário @revistadosus:

Política editorial

Esta seção apresenta as diretrizes editoriais da Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS (RESS), incluindo orientações sobre preprints, avaliação por pares, dados abertos, ética, conflitos de interesse, direitos autorais e demais normas aplicáveis ao processo editorial.

Preprints

São acolhidos manuscritos depositados em servidores confiáveis de preprints, a exemplo de SciELO Preprints e medRxiv, antes ou em paralelo à submissão. O autor correspondente deve informar sobre o depósito por meio do preenchimento do Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta, que deve ser submetido como arquivo suplementar ao manuscrito.

Essa prática se alinha à publicação contínua como mecanismo para acelerar a comunicação de pesquisas. Preprints compartilham com o periódico o ineditismo na publicação dos artigos.

Processo de avaliação por pares

Após a submissão pelos autores, os manuscritos passam pelas seguintes etapas de avaliação:

  1. Avaliação de escopo pelo editor-chefe.
  2. Verificação pela secretaria executiva: confirmação da adesão às instruções aos autores e conferência dos arquivos submetidos.
  3. Avaliação da qualidade metodológica pelos editores científicos.
  4. Revisão externa por pares: realizada por pelo menos dois especialistas para avaliar o mérito científico e o conteúdo dos manuscritos, com críticas construtivas para seu aprimoramento. Os pareceristas devem seguir os requisitos éticos do Committee on Publication Ethics (COPE).
  5. Recomendação pelo editor associado: análise consubstanciada do manuscrito e dos pareceres, indicando necessidade de revisão pelos autores, dentre as opções:
    • Aceitar
    • Pequena revisão (20 dias)
    • Grande revisão (40 dias)
    • Rejeitar
  6. Revisão pelos autores: ajustes no manuscrito, acompanhados de carta resposta detalhando como as recomendações foram atendidas.
  7. Decisão editorial pelos editores chefe e científicos.
  8. Conformidade da versão aprovada com as padronizações da RESS: revisão de linguagem e forma.

A aprovação no mérito científico não implica obrigação de publicação pela RESS. O manuscrito pode ter seu processo editorial interrompido caso haja discordância dos autores quanto às regras da revista.

O tempo estimado para avaliação editorial é de 90 dias a partir da submissão que esteja dentro das regras do periódico. A admissão do manuscrito ocorre após acolhimento pela secretaria executiva, conforme lista de verificação.

As revisões e comunicados são enviados pelo sistema ScholarOne, e os autores devem observar prazos e notificações.

Abertura do processo de avaliação

Como padrão, o sistema segue modelo duplo-cego. Entretanto:

  • Manuscritos depositados como preprint passam automaticamente para avaliação simples-cega.
  • No Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta, autores podem concordar com:
    • publicação dos pareceres,
    • interação direta com pareceristas.
  • Pareceristas podem optar por:
    • interagir diretamente com autores;
    • divulgar sua identidade;
    • publicar pareceres assinados.

Todos os artigos publicados informam nome e ORCID iD dos editores envolvidos e dos revisores que optaram por se identificar.

Dados abertos

Os dados de pesquisa (bancos de dados, códigos, métodos e outros materiais utilizados e resultantes da pesquisa) idealmente devem ser depositados em repositórios de dados confiáveis (lista disponível em https://wp.scielo.org/wp-content/uploads/Lista-de-Repositorios-Recomendados_pt.pdf), preferencialmente com um identificador persistente como o digital object identifier (DOI). Caso os autores optem por publicar os dados no repositório SciELO Data, o depósito deve ocorrer somente após o aceite do artigo, seguindo o Guia de preparação de dados de pesquisa.

O acesso a tais dados, com o link para o repositório, deverá ser informado na seção “Disponibilidade de dados”.

O item é obrigatório e deve trazer a declaração sobre o acesso aos dados do manuscrito (banco de dados gerados pelos autores para análise, códigos, métodos e outros materiais resultantes da pesquisa objeto do manuscrito); deve-se informar o repositório e referenciamento, preferencialmente por meio de link do SciELO Data, OSF ou outro que gere DOI, com a devida citação no texto para que o leitor possa obter esses dados. Caso os dados não possam ficar disponíveis, é necessário justificar.

Exemplos de texto para preenchimento dessa seção estão no 1º tópico do Guia de curadoria e também no item 2.2 do Guia TOP. Deve haver citação dos dados no texto, preferencialmente em “Métodos”, e a referência completa deve ser incluída na seção de “Referências”, seguindo exemplo:

Kraemer MUG, Sinka ME, Duda KA, Mylne A, Shearer FM, Brady OJ et al. The global compendium of Aedes aegypti and Ae. albopictus occurrence [dataset]. 2015 Jun 30 [cited 2015 Oct 23]. Dryad Digital Repository. Available from: https://datadryad.org/stash/dataset/doi:10.5061/dryad.47v3c. Referenced in doi: 10.7554/eLife.08347.

Durante o processo editorial, editores podem solicitar o acesso às bases de dados do estudo aos autores para subsidiar a avaliação.

Cobrança de taxas

A RESS atua no modelo de acesso aberto diamante (diamond open access), no qual não há cobranças para autores ou leitores. Não efetua cobrança de taxas de submissão, avaliação ou publicação de artigos. Todos os manuscritos são acessíveis gratuitamente, sem cobrança de taxas ou inscrição ao leitor. Os artigos são traduzidos gratuitamente para o inglês e o resumo, para o espanhol.

Os custos de publicação são cobertos pela instituição mantenedora, a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS), em alinhamento com a Declaração SciELO sobre Sustentabilidade Financeira.

Política de ética e más condutas, errata e retratação

A RESS segue as orientações das Recomendações para elaboração, redação, edição e publicação de trabalhos acadêmicos em periódicos médicos, do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE), e adota os princípios da ética na publicação do código de conduta do Committee on Publication Ethics (COPE) para nortear seus procedimentos editoriais, incluindo condutas em caso de erros ou má-prática em pesquisa e comunicação científica. Tais procedimentos se alinham ao Guia de boas práticas para o fortalecimento da ética na publicação científica do SciELO.

Ao submeter o manuscrito, os autores se comprometem com a qualidade e integridade do seu trabalho. Isso inclui o uso de linguagem adequada e a garantia de que o texto reflita os procedimentos de pesquisa e a comparação com a literatura. Ao identificar erros, os autores devem comunicar os editores a fim de realizar correções por meio da elaboração e publicação de errata.

Práticas que ferem a integridade científica, como plágio, autoplágio, fabricação de dados, publicação redundante e conflitos de interesses não divulgados, entre outras más práticas, serão avaliadas pelo corpo editorial da RESS de acordo com as recomendações do COPE, assegurando a comunicação aos autores sobre as etapas e a decisão do processo.

Na suspeita de má conduta, os editores da RESS iniciarão investigação conforme as diretrizes do COPE, que, a depender da gravidade e do estágio de submissão ou publicação, pode resultar em:

  • rejeição do manuscrito em apreciação;
  • errata para (i) correção de informação, (ii) inclusão de informação e (iii) exclusão de informação de erros honestos e que não afetam a estrutura do artigo (demais exclusões devem ser realizadas por meio de retratação);
  • retratação parcial ou total do artigo.

Os autores da RESS se comprometem a cooperar com os editores nas correções e retratações.

Política sobre conflito de interesses

Os autores devem declarar a presença de conflitos de interesses, reportando a existência de interesses – aparentes ou não – capazes de influenciar o processo de elaboração e de revisão dos manuscritos, e que podem ser de natureza diversa – pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira. A declaração de conflitos de interesses será publicada na versão final do manuscrito.

Os autores devem preencher o campo respectivo do Sistema ScholarOne com a declaração de conflito de interesses de todos os autores no momento da submissão do manuscrito.

Pareceristas envolvidos no processamento editorial deverão declarar no sistema de avaliação seus potenciais conflitos de interesses com o manuscrito em apreciação.

Anualmente, todos os membros do corpo editorial da RESS apresentam sua declaração de conflitos de interesses e os editores associados renovam seu termo de compromisso para atuação como tal, que inclui compromissos éticos e de integridade em pesquisa no manejo dos manuscritos.

Como forma de assegurar a independência editorial da revista em relação à instituição mantenedora, a decisão sobre a aprovação dos manuscritos para publicação compete aos editores chefe e científicos, pesquisadores com autonomia institucional e independência acadêmica.

Adoção de softwares de verificação de similaridade

A revista utiliza o sistema iThenticate para identificar plágio. Autores são encorajados a remover similaridades com textos prévios, em especial sentenças completas. Recomenda-se manter o texto final abaixo de 30% de similaridade com outros documentos. Em casos de textos derivados de trabalhos acadêmicos que não consigam atender esse limiar, tal deliberação caberá aos editores.

A verificação de similaridade é realizada durante a revisão por pares, com encaminhamento do relatório de similaridade juntamente com os pareceres para ajuste pelos autores. A versão final do manuscrito aceito é verificada para assegurar que as recomendações da revista foram observadas.

Adoção de softwares de inteligência artificial

O uso de tecnologias de inteligência artificial (IA) deve ser informado na seção apropriada do manuscrito. Caso tenham sido empregadas ferramentas de IA para coleta e análise dos dados da pesquisa, tal uso deve ser relatado na seção de Métodos do manuscrito, fornecendo informações completas para transparência e reprodutibilidade da pesquisa.

Caso tais ferramentas tenham sido empregadas para auxiliar a redação e revisão do manuscrito, o uso deve ser informado na seção “Uso de inteligência artificial generativa” do manuscrito, e os autores devem informar procedimentos adotados para garantir a precisão das citações e a originalidade do conteúdo gerado com auxílio de inteligência artificial, assegurando também a ausência de plágio.

Os autores devem observar, adicionalmente, o “Guia de uso de ferramentas e recursos de Inteligência Artificial na comunicação de pesquisas na Rede SciELO”.

Questões de sexo e gênero

A RESS observa a política de equidade de gênero na formação de seu corpo editorial.

A equipe editorial da RESS e seus autores devem observar os princípios da Diretriz sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research, SAGER), cuja tradução oficial ao português foi realizada e publicada pela RESS.

Por esta diretriz, os termos sexo (atributo biológico) e gênero (moldado por circunstâncias sociais e culturais) devem ser usados com atenção, a fim de evitar imprecisão em seu uso.

Comitê de ética

A observância dos preceitos éticos na condução e publicação dos resultados da pesquisa é de inteira responsabilidade dos autores, que devem respeitar as recomendações éticas contidas na Declaração de Helsinque. As pesquisas que envolvam seres humanos devem ser aprovadas pelo comitê de ética em pesquisa competente, no nível regional ou nacional.

Para pesquisas com seres humanos no Brasil, os autores devem observar integralmente as normas constantes nas Resoluções do Conselho Nacional de Saúde. O manuscrito deve incluir quadro contendo: (i) nome do comitê de ética em pesquisa que aprovou o estudo; (ii) número do parecer; (iii) data de aprovação; (iv) número do certificado de apresentação de apreciação ética; e (v) registro de consentimento livre e esclarecido. Estudos sem apreciação ética devem apresentar justificativa.

Ensaios clínicos devem informar o número de protocolo registrado em um dos registros validados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), disponíveis na Clinical Trials Registry Platform (lista em https://www.who.int/clinical-trials-registry-platform/network/primary-registries), dentre os quais se inclui o Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC), disponível em https://ensaiosclinicos.gov.br.

Direitos autorais

Os autores retêm o direito autoral (copyright) do artigo publicado e concedem à RESS o direito de primeira publicação, sob a licença Creative Commons Attribution CC BY 4.0. Essa atribuição de licença permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado.

Todos os autores preenchem e assinam o Termo de cessão de direitos autorais após a aprovação do manuscrito.

Propriedade intelectual e termos de uso

Todo o conteúdo da revista e os artigos publicados pela RESS, exceto onde especificado de outra forma, estão licenciados sob a licença Creative Commons Attribution CC BY 4.0, que permite a reutilização e distribuição sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado. Os autores mantêm o direito autoral, e a RESS, o direito de primeira publicação.

Os dados, opiniões e conceitos emitidos nos artigos, bem como a exatidão das referências bibliográficas, são de inteira responsabilidade do(s) autor(es).

Corpo Editorial

Editor-chefe

Jorge Otávio Maia Barreto

Fundação Oswaldo Cruz – Brasília, DF, Brasil

Editores científicos

Everton Nunes da Silva

Universidade de Brasília – Brasília, DF, Brasil

Maria Auxiliadora Parreiras Martins

Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte, MG, Brasil

Editora executiva

Taís Freire Galvão

Universidade Estadual de Campinas – Campinas, SP, Brasil

Secretaria executiva

Aline Vieira de Lima

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS), Brasília – Distrito Federal/DF, Brasil

Paula Harumi Ono 

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Editores associados

Elisângela Aparecida da Silva Lizzi

Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – Cornélio Procópio, Paraná/PR, Brasil

Erika Barbara Abreu Fonseca Thomaz

Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – São Luís, Maranhão/MA, Brasil

Evelina Chapman

Universidad de la Frontera (UFRO) – Temuco, Araucanía/Chile

Fabiana Martins Dias de Andrade

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) – Belo Horizonte, Minas Gerais/MG, Brasil

Fernanda Campos de Almeida Carrer

Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo/SP, Brasil

Gabriel Pavinati

Universidade Estadual de Maringá – Maringá, Paraná/PR, Brasil

Gabriela Gonçalves Amaral

Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo, São Paulo/SP, Brasil

Gustavo Correia Basto da Silva

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Belo Horizonte, Minas Gerais/MG, Brasil

Inês Ribeiro-Vaz

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) – Porto, Portugal

Izabela Fulone

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Jaqueline Costa Lima

Universidade Federal de Mato Grosso – Cuiabá, Mato Grosso/MT, Brasil

João Paulo Cola

Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (SESA-ES) – Vitória, Espírito Santo/ES, Brasil

Klauss K. S. Garcia

The London School of Hygiene and Tropical Medicine – Londres, Reino Unido

Letícia Xander Russo

Universidade Estadual de Maringá (UEM) – Maringá, Paraná/PR, Brasil

Lucas Vinícius de Lima

Secretaria Municipal de Saúde (SMS) – Maringá/PR

Luciana Bertoldi Nucci

Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) – Campinas, São Paulo/SP, Brasil

Luciana Freire de Carvalho

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Macaé, Rio de Janeiro/RJ

Luciene Fátima Fernandes Almeida

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Márcio Dênis Medeiros Mascarenhas

Universidade Federal do Piauí (UFPI) – Teresina, Piauí/PI, Brasil

Mariana Del Grossi Moura

Universidade de Sorocaba (UNISO) Sorocaba – São Paulo/SP, Brasil

Mariana Souza Lopes

Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – João Pessoa, Paraíba/PB

Mariângela Ribeiro Resende

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – Campinas, São Paulo/SP, Brasil

Max Moura de Oliveira

Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública, Universidade Federal de Goiás (UFG) – Goiânia, Goiás/GO, Brasil

Nathalia Sernizon Guimarães

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Belo Horizonte/MG, Brasil

Pablo Guilherme Caldarelli

Universidade Estadual de Londrina (UEL) – Londrina, Paraná/PR, Brasil

Pauliana Valéria Machado Galvão

Universidade de Pernambuco (UPE) – Recife, Pernambuco/PE, Brasil

Policardo Gonçalves da Silva

Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) – Passos, Minas Gerais/MG, Brasil

Renata de Castro Martins

Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte, Minas Gerais/MG, Brasil

Renato Azeredo Teixeira

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Belo Horizonte, Minas Gerais/MG, Brasil

Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – Campo Grande, Mato Grosso do Sul/MS, Brasil

Thanise Sabrina Souza Santos

Universidade Federal de Lavras (UFLA) – Lavras, Minas Gerais/MG, Brasil

William Campo Meschial

Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) – Chapecó, Santa Catarina/SC, Brasil

Comitê editorial

Albert Icksang Ko

Yale School of Public Health – New Haven, Connecticut/CT, Estados Unidos

Alicia Matijasevich Manitto

Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo/SP, Brasil

Ana Lúcia Escobar

Universidade Federal de Rondônia (UNIR) – Porto Velho, Rondônia/RO, Brasil

Brendan Flannery

Centers for Disease Control and Prevention (CDC) – Atlanta, Geórgia/GA, Estados Unidos

Carlo Henrique Goretti Zanetti

Universidade de Brasília (UnB) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Carlos Machado de Freitas

Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) – Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Cláudia Medina Coeli

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Cor Jesus Fernandes Fontes

Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) – Cuiabá, Mato Grosso/MT, Brasil

Eduardo Simões

University of Missouri – Columbia, Missouri/MO, Estados Unidos

Eliseu Alves Waldman

Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo/SP, Brasil

Enny Paixão Cruz

London School of Hygiene and Tropical Medicine – Londres, Inglaterra, Reino Unido

Expedito José de Albuquerque Luna

Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo/SP, Brasil

Iná da Silva dos Santos

Universidade Federal de Pelotas (UFPel) – Pelotas, Rio grande do Sul/RS, Brasil

Jarbas Barbosa da Silva Júnior

Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) – Washington/WA, Estados Unidos

João Bosco Siqueira Júnior

Universidade Federal de Goiás (UFG) – Goiânia, Goiás/GO, Brasil

José Cássio de Moraes

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) – São Paulo/SP, Brasil

José Ueleres Braga

Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) – Rio de Janeiro/RJ, Brasil

Laio Magno

Universidade do Estado da Bahia (UNEB) – Salvador, Bahia/BA, Brasil

Luiz Augusto Facchini

Universidade Federal de Pelotas (UFPel) – Pelotas, Rio Grande do Sul/ RS, Brasil

Márcia Caldas de Castro

Harvard University – Boston, Massachusetts/MA, Estados Unidos

Maria da Glória Lima Cruz Teixeira

Universidade Federal da Bahia (UFBA) – Salvador, Bahia/BA, Brasil

Maria de Fátima Marinho de Souza

Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo/SP, Brasil

Maria de Jesus Mendes da Fonseca

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – Pernambuco, Recife/PE, Brasil

Marilisa Berti de Azevedo Barros

Universidade de Campinas (Unicamp) – Campinas, São Paulo/SP, Brasil

Paulo Germano de Frias

Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP) – Pernambuco, Recife/PE, Brasil

Tereza Magalhães

Texas A&M Universit, Texas/TX – Estados Unidos

Vera Lúcia Guimarães Blank

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Florianópolis, Santa Catarina/SC, Brasil

Wildo Navegantes de Araújo

Universidade de Brasília (UnB) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Equipe técnica

Revisão de linguagem

Ana Clara Escórcio Xavier

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVS/MS) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Manuella Mirna Enéas de Nazaré

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Maria Irene Lima Mariano

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Tradução

Bianca Damacena

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

David Ian Harrad

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Giovanna Imbernon

Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS) – Brasília, Distrito Federal/DF, Brasil

Instruções aos autores

A Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS (RESS) publica artigos científicos no campo da saúde coletiva, incluindo epidemiologia, ciências sociais e humanas na saúde, gestão e planejamento, e que apresentem evidências relevantes para o SUS.

Tipos de documentos aceitos

A RESS acolhe manuscritos nas modalidades descritas abaixo. Os manuscritos devem ser submetidos em português e podem ter sido publicados como preprints, depositados em servidores confiáveis.

  • Artigo original – produto com dados não publicados de pesquisa. Essa modalidade inclui também relatos de experiência, investigação de eventos ou surtos e perfil de bases brasileiras.
  • Nota de pesquisa – relato conciso de resultados de pesquisa original.
  • Revisão – síntese da literatura científica, que pode ser sistemática, narrativa ou outros tipos de revisão.
  • Artigo de opinião – comentário sucinto sobre temas específicos no âmbito da saúde coletiva, a partir de evidências científicas e que expresse a opinião qualificada dos autores; deve ser elaborado por especialista, a convite dos editores.
  • Debate – artigo teórico elaborado por especialista, a convite dos editores, que receberá comentários e/ou críticas, por meio de réplicas, assinadas por especialistas, também convidados.
  • Carta – comentários e/ou críticas breves, vinculados a artigo publicado na revista, que poderão ser publicadas por decisão dos editores e acompanhadas por carta de resposta dos autores do artigo comentado.
  • Série metodológica – descrição de procedimentos metodológicos, incluindo métodos inovadores e aprimoramento de métodos existentes que sejam relevantes para o SUS, publicada em série de manuscritos, a convite dos editores.
  • Diretriz – guia ou diretriz para orientar condutas no âmbito do SUS.

As modalidades a convite e carta somente podem ser submetidas mediante convite emitido por meio do sistema ScholarOne, pois tais modalidades não ficam abertas no sistema. Em caso de dúvidas no processo de submissão, a secretaria da revista deve ser acionada.

Além das modalidades acima, submetidas pela comunidade científica, os editores são responsáveis pela elaboração de Editoriais (limite: 1.500 palavras) e Entrevistas (limite: 3.500 palavras) com personalidades ou autoridades.

As características das modalidades acolhidas pela RESS estão sumarizadas abaixo. Em casos justificados e em manuscritos com citações restritas a artigos científicos, poderão ser aceitas referências acima do limite, a depender da decisão dos editores.

Características das modalidades acolhidas

ModalidadeNúmero de palavrasNúmero de tabelas e figurasNúmero de referênciasResumo
Artigo original3.500Até 5Até 30Sim
Nota de pesquisa1.500Até 3Até 20Sim
Revisão3.500Até 5Sem limiteSim
Artigo de opinião1.500Até 3Até 20Não
Debate3.500 (1.500 cada réplica ou tréplica)Até 30Não
Carta400Até 5Até 5Não
Série metodológica1.500Até 3Até 20Não
Diretriz3.500Até 5Sem limiteSim

Contribuição dos autores

Os autores devem atender aos critérios de autoria em consonância com as deliberações do ICMJE, a saber:

  • Concepção ou delineamento do estudo, ou coleta, análise e interpretação dos dados;
  • Redação ou revisão crítica relevante do conteúdo intelectual do manuscrito;
  • Aprovação final da versão a ser publicada; e
  • Responsabilidade por todos os aspectos do trabalho, incluindo a garantia de sua precisão e integridade.

Além de ser responsável pelas partes do trabalho realizado, o autor deve ser capaz de identificar quais coautores são responsáveis por outras partes específicas do trabalho. Os autores também devem ter confiança na integridade das contribuições de seus coautores.

Todos aqueles designados como autores devem atender aos quatro critérios de autoria. Demais casos devem ser reconhecidos nos Agradecimentos, com o termo de anuência a ser encaminhado no sistema de submissão.

A RESS adota o sistema de especificação Contributor Roles Taxonomy (CRediT, disponível em: https://credit.niso.org) que define 14 papéis ou funções de autoria:

  • Conceituação: Ideias; formulação ou evolução de metas e objetivos de pesquisa relevantes.
  • Curadoria de dados: Atividades de gerenciamento para comentar dados (produzir metadados), limpar dados e manter dados de pesquisa (incluindo código de software, onde for necessário, para interpretar os dados propriamente ditos) para uso inicial e posterior reutilização.
  • Análise formal: Aplicação de técnicas estatísticas, matemáticas, computacionais ou outras técnicas formais para analisar ou sintetizar dados de estudo.
  • Aquisição de financiamento: Aquisição do apoio financeiro para o projeto que deu origem a esta publicação.
  • Investigação: Condução de processo de pesquisa e investigação, especificamente realizando os experimentos, ou coleta de dados/evidências.
  • Metodologia: Desenvolvimento ou concepção de metodologia; criação de modelos.
  • Administração de projetos: Responsável pela gestão e coordenação do planeamento e execução da atividade de pesquisa.
  • Recursos: Fornecimento de materiais de estudo, reagentes, materiais, pacientes, amostras de laboratório, animais, instrumentação, recursos de computação ou outros instrumentos de análise.
  • Programas de computador: Programação, desenvolvimento de software; concepção de programas de computador; implementação do código de computador e algoritmos de suporte; teste de componentes de código existentes.
  • Supervisão: Responsabilidade de supervisão e liderança para o planejamento e execução da atividade de pesquisa, incluindo orientação para além da equipe principal.
  • Validação: Verificação, seja como parte da atividade ou separadamente, da replicação/reprodutibilidade geral dos resultados/experimentos e outros resultados de pesquisa.
  • Visualização: Preparação, criação e/ou apresentação do trabalho publicado, especificamente visualização/apresentação de dados.
  • Escrita – rascunho original: Preparação, criação e/ou apresentação do trabalho publicado, especificamente redação da versão inicial (incluindo tradução substantiva).
  • Escrita – revisão e edição: Preparação, criação e/ou apresentação do trabalho publicado por parte do grupo de pesquisa original, especificamente revisão crítica, comentário ou revisão – incluindo etapas de pré- ou pós-publicação.

Preparação do manuscrito

Após observar se a pesquisa se alinha ao escopo da RESS, os autores devem escolher a modalidade e adequar o manuscrito dentro da estrutura permitida.

Os manuscritos devem ser redigidos em língua portuguesa, em espaço simples, fonte Times New Roman 12, no formato DOC ou DOCX (documento do Word).

Na elaboração dos manuscritos, os autores devem orientar-se pelas Recomendações do ICMJE.

Para permitir a transparência do projeto e análise, a estrutura do manuscrito deve estar em conformidade com as orientações constantes nos guias de redação científica, de acordo com o seu delineamento.

A relação completa dos guias encontra-se no site da Enhancing the QUAlity and Transparency Of health Research (EQUATOR), disponível em: http://www.equator-network.org/reporting-guidelines). A seguir, são relacionados os principais guias pertinentes ao escopo da RESS.

  • Estudos observacionais: Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE), versões em inglês e português e suas extensões;
  • Revisões sistemáticas: Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA), versões em inglês e português;
  • Estudos de bases secundárias: REporting of Studies Conducted using Observational Routinely-collected health Data (RECORD);
  • Estimativas em saúde: Guidelines for Accurate and Transparent Health Estimates Reporting (GATHER), versões em inglês e português.
  • Ensaios clínicos: CONsolidated Standards Of Reporting Trials (CONSORT).

Formato de envio dos artigos

Os manuscritos devem ser submetidos à RESS por meio do Sistema ScholarOne, em documento único contendo:

  • Modalidade: identificar o tipo de manuscrito (ex.: artigo original, revisão);
  • Título: informar o tema principal, delineamento, local e ano(s) da pesquisa, em consonância com o guia de redação aplicável. Títulos devem ser diretos, objetivos e sem siglas. A pontuação aceita no título são dois pontos (:), para indicar após o tema principal o delineamento, local e ano(s);
  • Resumo: redigido em parágrafo único com até 250 palavras, e estruturado em: objetivo, métodos, resultados e conclusão;
  • Palavras-chave: cinco, selecionadas a partir da lista Descritores em Ciências da Saúde (DeCS, disponível em: https://decs.bvsalud.org/), preferencialmente idênticas ao descritor principal DeCS. Em casos excepcionais poderão ser incluídos termos livres na ausência de termos apropriados à temática do estudo;
  • Aspectos éticos: quadro contendo (i) o nome do comitê de ética em pesquisa que aprovou o estudo, (ii) número do parecer, (iii) data de aprovação, (iv) número do certificado de apresentação de apreciação ética, (v) registro de consentimento livre e esclarecido. Estudos sem apreciação ética devem justificar sucintamente o motivo.
  • Corpo do manuscrito: estruturado em Introdução, Métodos, Resultados, Discussão para as modalidades Artigo original, Nota de pesquisa e Revisão. Demais modalidades podem ser ou não estruturadas, a critério dos autores e editores. Para estruturar a redação de cada seção, os guias de redação de cada delineamento devem ser seguidos; recomenda-se que a seção de métodos inclua os tópicos indicados em cada guia, na ordem preconizada. Observar também as Orientações para preparação do texto, adiante;
  • Disponibilidade dos dados: o item é obrigatório e deve trazer a declaração sobre o acesso aos dados do manuscrito (banco de dados gerados pelos autores para análise, códigos, métodos e outros materiais resultantes da pesquisa objeto do manuscrito); deve-se informar o repositório e referenciamento, preferencialmente por meio de link do SciELO DataOSF ou outro que gere DOI, com a devida citação no texto para que o leitor possa obter esses dados. Caso os dados não possam ficar disponíveis, é necessário justificar;
  • Registro do protocolo: para revisões sistemáticas e ensaios clínicos, fornecer nome do repositório e número de registro;
  • Uso de inteligência artificial generativa: declarar o uso de tecnologias assistidas por inteligência artificial na elaboração do manuscrito e assegurar a acurácia nas citações e originalidade do conteúdo.
  • Referências: seguir o formato ICMJE e Manual de citações e referências na área da medicina da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos (estilo Vancouver[Square Brackets], com DOI).
  • Tabelas e figuras: observar o guia de redação do delineamento para priorizar as informações que devem ser apresentadas em tabelas e figuras. As ilustrações devem ser incluídas ao final do texto, após as referências, devem ser citadas no texto e enumeradas sequencialmente. As orientações constantes no tópico Ativos digitais, a seguir, devem ser observadas para construção das ilustrações.

Os seguintes dados deverão ser inseridos diretamente no sistema de submissão e não devem constar no manuscrito para permitir avaliação cega. Após aprovação, os dados serão extraídos diretamente do sistema, motivo pelo qual se orienta o cadastramento com atenção:

  • Nome e ORCID iD;
  • Afiliação;
  • Créditos de autoria de acordo com o sistema de especificação CRediT;
  • Financiamento;
  • Agradecimentos (conforme Termo de anuência preenchido e assinado pelas pessoas a serem mencionadas);
  • Conflito de interesses.

Ativos digitais

São aceitas tabelas e figuras, observando o limite da modalidade e as instruções abaixo. Poderão ser encaminhadas até duas tabelas e figuras suplementares em arquivo único, citadas no texto e em ordem sequencial, no formato: “Figura suplementar n”; “Tabela suplementar n”. O material suplementar deve seguir as mesmas instruções para elaboração de ilustrações, assegurando a precisão na sua preparação e revisão, pois tal recurso não é diagramado. Em casos justificados, poderão ser aceitos tabelas ou figuras suplementares acima do limite, a depender da decisão dos editores.

Títulos de tabelas e figuras devem ser claros, informativos e apresentar o conteúdo da tabela ou figura. Informar o local, ano(s) e total de participantes incluídos na ilustração. Separar termos por vírgula e não incluir ponto no final dos títulos.

Títulos devem ser autossuficientes para a ilustração, dispensando consultar o texto. Siglas essenciais para compreensão da ilustração devem constar preferencialmente no título, conforme exemplo: “Tabela 3. Razões de prevalências (RP) brutas e ajustadas e intervalos de confiança de 95% (IC95%) do [desfecho] pelas variáveis do estudo. Local, ano (n = xx).

Não incluir detalhes metodológicos ou tipo de ilustração (ex.: gráfico de fluxo; mapa) no título das tabelas e figuras.

Os nomes das unidades federativas (UF) devem ser grafados por extenso. Não utilizar a palavra “município” antes do nome de cidades ou “estado” antes da UF, a exceção de cidades e estados com nomes idênticos (ex.: “município do Rio de Janeiro”, “estado de São Paulo”).

Notas de rodapé devem ser utilizadas para esclarecer resultado apresentado, identificadas por letras do alfabeto minúsculas e sobrescritas, em ordem sequencial e separadas por ponto e vírgula. A autoria das tabelas e figuras deve ser dos autores, dispensando tal indicação em nota de rodapé, semelhante à fonte dos dados e demais detalhes metodológicos, que devem constar nos métodos.

Tabelas

Apresente informações relevantes e suficientes; evite tabelas longas ou complexas. O título, a tabela e suas notas devem caber em duas páginas A4, no máximo, com margens mínimas de 1,5 cm, em modo retrato ou paisagem. A fonte padrão é Times New Roman, tamanho mínimo 10pt, com espaçamento simples. Utilize a opção “Repetir linhas de cabeçalho” do Word, sem quebrar manualmente as tabelas com duas páginas. Linhas e colunas de tabelas devem ser criadas com recurso de tabela, sem uso de espaço ou quebra de parágrafos.

Títulos e notas de rodapé devem ficar fora das linhas de grade das tabelas. Evite mesclar linhas ou colunas da tabela, o que impacta na diagramação. Utilize os mesmos termos do manuscrito nas colunas e linhas da tabela e mantenha o formato das tabelas idêntico ao apresentar a mesma informação de grupos ou análises diferentes. Verifique se o dado em cada célula é consistente entre colunas e linhas. Inclua colunas ou linhas com estatísticas descritivas ou inferenciais, medidas de associação e intervalos de confiança, quando apropriado. Apresente dados que se complementam em coluna única, como frequência absoluta e relativa: “| N (%) |” e medida de associação e de dispersão: “| RP (IC95%) |”. Evite colunas com recíproco de dado já apresentado (informação redundante), por exemplo: somente uma coluna com a distribuição absoluta e relativa da doença, sem necessidade de outra coluna com a distribuição entre saudáveis.

Mantenha a consistência ao alinhar dados, símbolos e texto. Crie cabeçalhos curtos, autoexplicativos e com unidade de medida, se aplicável. Todos os dados das células devem ter a mesma natureza do que foi informado no cabeçalho da tabela. Não é permitido, por exemplo, em uma tabela cujo cabeçalho informa contagens, incluir média e desvio padrão. Especifique as estatísticas relatadas nos cabeçalhos (ex.: “Média±DP”, “Mediana (IIQ)”, “n (%)”) e informe as unidades de medida nas colunas, quando aplicável, sem repetir as unidades em cada célula (ex.: %). Informe a unidade na linha da variável (ex.: “Renda (salários mínimos)”; “Faixa etária (anos)”) e remova repetições nas categorias da variável. Utilize hífen (“-“) para intervalos numéricos das categorias (ex.: 0-4) e assegure compatibilidade entre as categorizações apresentadas nas tabelas e aquelas informadas nos métodos, com consistência em todo o texto. Variáveis ou categorias de referência nas investigações de associações devem ser indicadas na célula da tabela por “1,00”.

A organização dos dados é uma boa prática. Alinhe os dados numéricos à direita e os de texto à esquerda nas células. Organize linhas e colunas de forma lógica e intuitiva, aplicando hierarquia para organizar as variáveis. Agrupe variáveis semelhantes e ordene colunas e linhas de forma lógica (ex.: ordem alfabética, cronológica, crescente ou decrescente).

A precisão dos dados também é importante. Apresente-os com o número correto de dígitos significativos (observar padrão de casas decimais nas Orientações para preparação do texto, adiante), agrupando variáveis categóricas conforme pertinente à distribuição para evitar excesso de linhas. Dê preferência à mediana e quartis para descrever variáveis contínuas, exceto para dados normalmente distribuídos. Colunas ou linhas com valores constantes, sem variação, devem ser excluídas e informadas diretamente no texto (ex.: “Todas as participantes foram consultadas por médico no último ano”). Em amostras inferiores a 100, apresente somente números absolutos, sem porcentagens.

Revise a tabela cuidadosamente para garantir a clareza, consistência e adequação da formatação. Mantenha a formatação e a apresentação dos dados coerentes, preferencialmente na mesma ordem de apresentação das variáveis, em todas as tabelas do manuscrito. Assegure que os dados apresentados na tabela são relevantes; nem todos os dados disponíveis na saída (output) do programa estatístico são pertinentes a uma tabela de artigo científico. A consulta de manuscritos prévios que empregaram abordagem analítica semelhante é recomendável.

Figuras

Certifique-se de que todas as imagens, gráficos, figuras e mapas sejam nítidos, legíveis, inclusive seu texto, tenham escalas compatíveis e sejam de alta qualidade, com legibilidade e tamanho de fonte adequados para publicação. Não faça prints ou transforme materiais gráficos ou vetoriais em imagem. Figuras compostas por formas (ex.: fluxogramas, ciclos, processos etc.) devem ser enviadas como elementos do Word, com texto editável e sem converter à imagem.

Recomenda-se não incluir fotos como figuras, mas sim materiais gráficos com resultados da pesquisa, conforme pertinente. No caso de o artigo conter fotografias com pessoas, é necessário que os autores apresentem declaração de cessão de direitos de imagem e assegurem a impossibilidade de identificação de pessoas na imagem.

Em caso de aceite, as figuras devem ser encaminhadas em arquivos separados para diagramação. Gráficos, mapas e demais figuras devem ser enviados no formato PDF, SVG e EPS, exportadas em um dos formatos diretamente do software utilizado na sua criação. Gráficos criados em Excel devem ser enviados no formato XLSX. Em caso de fotos, a resolução mínima é de 300 dpi, no formato JPEG. O título, a figura e sua legenda devem caber em uma página A4, no máximo, em modo retrato ou paisagem, com margens de 1,5 cm em todos os lados.

Todos os símbolos, setas, números ou letras usados nas figuras devem ser identificados e explicados claramente na legenda, que deve ser concisa e com detalhes suficientes para a compreensão da figura. Siglas e abreviações devem ser explicadas preferencialmente no título da figura.

Para figuras compostas (mosaicos), identifique cada parte com letras maiúsculas e descreva-as na legenda, em texto completo de sentido (ex.: “Consumo de medicamentos em homens (A) e mulheres (B)”). Preferencialmente empregue a mesma escala nas figuras que compõem o mosaico. Minimize o número de elementos dentro do campo de dados e certifique-se de que todos estejam claramente identificados.

Identifique cada eixo claramente com o nome da variável, as unidades em que a variável é plotada e quaisquer multiplicadores associados às unidades. Indique claramente o ponto zero dos eixos X e Y do gráfico, especialmente se um ou ambos os eixos não começarem em zero. Organize as escalas para que os valores do eixo Y aumentem de baixo para cima e os valores do eixo X da esquerda para a direita. Ajuste as escalas para maximizar o uso do campo de dados. Inclua apenas divisões e rótulos essenciais, lógicos e geralmente equidistantes nas escalas. Minimize as divisões desnecessárias e as marcas de escala sem rótulo.

Evite usar apresentações 3D, a menos que uma terceira dimensão seja essencial para a representação dos dados. Ao interpretar gráficos com dois eixos verticais diferentes, observe claramente as diferentes escalas e destaque se as diferenças ou semelhanças visuais refletem com precisão as relações entre os dados. Certifique-se de que os dados sejam visualmente distintos e claramente identificáveis.

Ao inserir mapas, apresente a escala com a relação entre as distâncias no mapa e as distâncias reais e orientação cartográfica, inclua a indicação do Norte (N) e legenda com todos os símbolos, cores e informações representadas. Utilize gradiente de cor padronizado para indicar densidade em todos os mapas do manuscrito, evitando induzir erros ao mudar o significado de cores a cada mapa. Caso sejam incluídos mosaicos de mapas, apresente legenda única, comum a todos os mapas.

Orientações para preparação do texto

Como revista do SUS, a RESS reconhece a importância da clareza e precisão na comunicação científica. O texto deve ser livre de termos estigmatizantes ou despersonalizantes; adotar terminologia adequada e atual, com emprego de termos como “pessoas escravizadas” ao invés de “escravos”, ou “pessoas com obesidade” ao invés de “obesos”.

Estrangeirismos, mesmo que usuais, devem ser evitados, optando por termo no vernáculo (ex.: empregue “dados faltantes” ao invés de “missing“; e “pareamento [determinístico ou probabilístico] dos dados” ao invés de “linkage“).

Priorize frases curtas e diretas, com apenas uma ideia principal em cada uma. Limite o uso de apostos: explique termos complexos com objetividade, sem excesso de informações entre vírgulas. Se a frase ocupar muitas linhas, revise-a e busque maneiras de torná-la mais concisa: divida em frases menores ou elimine palavras desnecessárias.

Evite construções complexas, hiperbólica ou exageros – evidencie a relevância por meio de dados factuais e remova advérbios e adjetivos. Remova artigos indefinidos para indicar situações definidas (ex.: “um aumento”, “uma diminuição”).

As sentenças devem ter sentido completo, com emprego de conector textual adequado (preposição, conjunção etc.) ao invés de símbolos ou pontuações. Não usar texto telegráfico ou tentar induzir sentido: apresentar construções com uso de palavras para traduzir o sentido desejado.

Opte por voz ativa e declarações diretas e positivas em vez de voz passiva e construções negativas ou indiretas (ex.: empregue “é comum” em vez de “não é incomum”; ou “é permitido” em vez de “não é proibido”). Esforce-se para uma comunicação clara que transmita informações compreensíveis.

Seja particularmente cuidadoso com a denominação das variáveis. Utilize terminologia adequada ao padrão técnico-científico e dentro da norma culta. Desfechos negativos requerem especial atenção: denominar uma variável como “negligência no exame do pé” seria mais adequado do que as opções “não teve o pé examinado” ou “nenhum exame do pé”. A clareza e simplicidade da comunicação devem nortear a padronização adotada.

Certifique-se de que a estrutura da frase faça sentido lógico semanticamente, evitando construções inconsistentes ou paradoxais, como “presença de ausência” (ex.: optar por “a negligência foi maior em idosos” ao invés de “a presença de negligência foi maior em idosos”).

As ideias devem fluir de forma lógica e sequencial ao longo dos parágrafos, com coesão textual. Conjunções de início de frase que pretendem trazer essa conexão devem ser evitadas, como por exemplo, “Além de”, “No entanto”, “Nesse sentido”, “No que se refere à”, “Contudo”.

Na apresentação ou discussão dos resultados, evite anunciar o tema no início da frase. Vá direto ao ponto: prefira “As mulheres foram maioria” a “Em relação ao sexo, as mulheres foram maioria”. Evite uso de “respectivo” ou “respectivamente”, seja na comparação com a literatura ou apresentação de resultados – trazer os dados para próximo da sua correspondência, o que torna o texto mais claro para os leitores.

No texto dos resultados, não faça inferências, interpretações ou comparações com a literatura. Tanto no texto completo quanto no resumo, cada afirmação apresentada nos resultados deve ser acompanhada por dado numérico que a apoie, indicando a ilustração pertinente. Apresentar resultados exatos e não aproximados, sem uso de construções como “cerca de”, “aproximadamente” etc. Evite texto pouco específico como “foi associado” ou “encontrou-se associação”, informar a direção da associação por meio de texto informativo, como “o desfecho foi maior em crianças”, apresentando imediatamente a medida de associação e intervalo de confiança, sem interpretações como “foi duas vezes maior”.

Nas seções de revisão de literatura (introdução e discussão), o foco deve ser os dados científicos. Evitar destacar organismos, autores ou nomes de relatórios, cujas informações encontram-se nas referências. Construções como “outros autores”, “outros estudos”, “a literatura aponta” etc. devem ser evitadas: apresentar o dado com clareza e citar a referência próximo à afirmação. Afirmações categóricas sobre ausência de estudos prévios devem ser evitadas em delineamentos que não sejam revisões sistemáticas da literatura.

Siglas ou acrônimos só devem ser empregados se forem consagrados na literatura e em casos que o uso contribui para clareza da comunicação. Mesmo se tratando de jargão da área, os autores devem dar preferência por expressões que comuniquem com clareza e objetividade ao leitor de qualquer área. O texto deve ser livre de termos compostos que não adicionam informação (ex.: “diabetes mellitus” ao invés de “diabetes”, “hipertensão arterial sistêmica” ao invés de “hipertensão”), minimizando necessidade de siglas. Siglas para substituir termos únicos (ex.: “TB” ao invés de “tuberculose”) igualmente devem ser excluídas, bem como as siglas não utilizadas ou pouco frequentes no texto. As siglas indispensáveis ao texto devem ser explicadas na primeira menção no resumo, texto completo e cada tabela ou figura (preferencialmente no título), por meio do termo por extenso, seguido da sigla entre parênteses.

Para indicar a sigla de razão de chances, o seguinte padrão deve ser empregado: “razão de chances (odds ratio, OR)”. A medida de associação de tempo para evento hazard ratio deve ser grafada em inglês e em itálico, com indicação na primeira menção da seguinte forma: “hazard ratio (HR)”.

As regras de ortografia devem ser seguidas na construção do texto: o uso de maiúsculas somente deve ocorrer em casos previstos na língua portuguesa, como início de frases, cidades, países etc. Caso haja necessidade de utilizar parênteses dentro de trecho entre parênteses, deve ser empregados colchetes, conforme exemplo: “(negros [pretos e pardos])”.

Utilizar ponto como separador de milhar e vírgula para frações. Padronizar o número de casas decimais nos métodos, resultado e ilustrações: percentual 1 casa decimal, medida de associação: 2 casas decimais, p-valor: 3 casas decimais; apresentar p-valor exato com 3 casas decimais; ocorrências “0,000” devem ser grafadas como “<0,001”. Na introdução e na discussão, por se tratar de comparação com dados externos à pesquisa, apresentar dados sem casas decimais, preferencialmente.

Não incluir espaço antes e após sinais (=, <, >, ≤, ≥ etc.). Apresentar medidas de frequência ou associação e de dispersão no padrão: indicar a sigla da medida sem sinal de igual ou dois pontos, com espaço entre a sigla e o número: “RP 1,52”. Separar intervalos por ponto e vírgula, e com espaço entre a pontuação e numeral subsequente: “(IC95% 1,14; 2,23)”. Caso ambas as medidas sejam apresentadas entre parênteses, incluir ponto e vírgula para separar as medidas: “(RP 1,52; IC95% 1,14; 2,23)”.

Arquivos para submissão

Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS acolhe manuscritos durante o ano inteiro, sem custo para os autores. Os manuscritos devem ser submetidos à RESS por meio do Sistema ScholarOne

Antes da submissão, os autores devem preparar os seguintes documentos:

  1. Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta;
  2. Manuscrito, conforme modelo;
  3. Termo de anuência das pessoas citadas em agradecimentos.

Para mais informações sobre as normas para publicação, acesse as Instruções aos autores.

Estamos à sua disposição para quaisquer dúvidas. Caso necessário, envie e-mail para revista.svs@saude.gov.br 

Arquivos para revisão

Guia para a revisão de manuscritos na RESS

Elaboração de parecer Acessar link
Escrita científica Acessar link

Regulamentação da RESS

Portaria nº 14, de 13 de agosto de 2015 Baixar PDF
Portaria nº 25, de 01 de outubro de 2012 Baixar PDF
Estatuto RESS Baixar PDF

Contato

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